A MestreD
O indivíduo no centro da criação
A MestreD desenvolve software para empresas e cria produtos próprios. O indivíduo é o centro de nossa criação: compreender quem vai utilizar uma solução dá direção ao que desenvolvemos e ao valor que buscamos entregar.
Iniciamos nossas atividades em janeiro de 2025, com consultoria e desenvolvimento. A criação de produtos próprios veio ampliar essa atuação, somando-se aos serviços que continuamos a oferecer às empresas.
Compreender para desenvolver
Uma mesma atividade pode ter sentidos diferentes para quem a realiza. O que alguém pretende alcançar, o que já conhece e as condições de sua rotina influenciam a experiência com o software. Considerar essas diferenças ajuda a decidir que contribuição a solução deve oferecer e quais aspectos da experiência merecem atenção.
Os fatos que conhecemos ganham significado para a criação quando os relacionamos às atividades e aos objetivos das pessoas. Uma dificuldade, uma preferência ou uma escolha precisam ser compreendidas na situação em que aparecem. Para construir esse entendimento, buscamos evidências e recorremos a metodologias que orientem a coleta e a análise das informações.
Uma orientação para escolher como trabalhar
Recomendamos frameworks que correspondam à centralidade do indivíduo e à questão em investigação. A escolha precisa ajudar a conhecer melhor as pessoas, dar forma ao desafio ou desenvolver uma resposta que faça sentido para elas. O Human-Centered Design expressa essa orientação: necessidades, experiências e condições de uso são referências para as decisões durante a criação e o desenvolvimento.
Jobs to Be Done ajuda a aprofundar essa compreensão ao tratar do progresso que alguém procura alcançar em determinada situação. Esse progresso pode reunir um resultado prático, a confiança para agir e o modo como a pessoa deseja ser percebida. Considerar suas dimensões funcionais, emocionais e sociais amplia o entendimento do que torna uma solução relevante para o indivíduo.
Com o Design Thinking, a investigação se articula à elaboração e à experimentação de possibilidades. Uma ideia pode tornar mais claras as perguntas que precisam ser feitas; um protótipo pode revelar aspectos da experiência que a descrição inicial ainda não mostrava. Esse aprendizado ajuda a aprofundar o entendimento e a aperfeiçoar a proposta.
O Duplo Diamante oferece uma estrutura para alternar exploração e foco. Há momentos de ampliar a investigação e reunir possibilidades; em outros, é preciso sintetizar o aprendizado, definir o desafio e escolher caminhos. Essa organização ajuda a dar direção ao esforço de criação. As descobertas podem exigir retorno à definição do problema, inclusive durante a experimentação.
Da compreensão ao desenvolvimento
Na criação do software, essa orientação ajuda a discutir prioridades: quais atividades apoiar, que informações precisam estar disponíveis e como a pessoa poderá compreender e conduzir suas ações. Essas decisões devem continuar ligadas aos objetivos e às condições de uso que deram origem ao trabalho. A entrega de valor que buscamos se expressa nessa contribuição para quem utiliza a solução.
Uma relação que se constrói pelo trabalho
Queremos construir relações profissionais duradouras, com a confiança e o cuidado de uma boa amizade. A qualidade da entrega dá sustentação a esse vínculo; a escuta, o diálogo e o respeito à iniciativa de cada pessoa abrem espaço para nos conhecermos melhor ao longo do tempo.
Referências conceituais
- NORMAN, Don. The Four Fundamental Principles of Human-Centered Design and Application, 2019. Princípios centrados nas pessoas, nas atividades e nas relações que compõem uma situação.
- IDEO. Design Thinking: Introduction. Orientação do Human-Centered Design e sua relação com as formas de investigar, criar e aprender do Design Thinking.
- STANFORD D.SCHOOL. Design Thinking Bootleg, 2018. Modos e ferramentas de investigação, definição, ideação, prototipação e teste.
- DESIGN COUNCIL. Framework for Innovation. Duplo Diamante: exploração e foco, desenvolvimento de respostas e aprendizado que pode levar à revisão do desafio.
- CHRISTENSEN INSTITUTE. Jobs to Be Done Theory. Progresso procurado em determinadas circunstâncias e dimensões funcionais, emocionais e sociais das escolhas.